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Tenho 35 anos, sou aluno do 3º ano de Administração de Empresas no campus Marte da Uniban e estou extremamente envergonhado e indignado com a decisão preconceituosa, ditatorial, autoritária, arbitrária e rídicula da Universidade Bandeirantes – Uniban.

A Uniban ocupa a posição 192º do ranking do MEC e deveria se preocupar em discutir a qualidade de ensino e aprimorar sua metologia de ensino que é falha e toda hora muda.

O despreparo da Uniban em conduzir um assunto que poderia ter sido terminado no próprio Campus através de uma conversa em particular com a aluna. Outro fato que assustou foi o comportamento dos alunos de uma Universidade, futuros profissionais de um mercado de trabalho cada vez mais feroz e competitivo de julgar e intimidar a aluna. Vergonhoso!!

A própria Uniban em seus eventos internos principalmente na área de Moda faz em seu pátio desfiles de maios e biquinis com modelos e o máximo que os alunos viram foi uma calcinha que não seria nenhuma novidade para alunos Uniban.

 A verdade é que a Uniban vem a muito tempo desrespeitando o acordo empresa x cliente. Mudando regras do jogo no meio,  sem uma definição clara do método educacional, professores descompromissados com alunos nada interessados. Fórmula perfeita para o chamado fracasso.

Espero que a Representante dos Direitos da Mulher em Brasilia, o Ministro dos Direitos Humanos e o Ministro Fernando Haddad da Educação tenham o mesmo rigor em punir uma medida descabida, preconceituosa e com ideologias rançosas da Uniban descredenciando a Universidade do MEC até que a sua direção tenha uma visão moderna de uma sociedade justa e livre com padrões críticos em um ambiente plenamente democrático.

Aluno Uniban que sou estou envergonhado e humilhado me sentindo um dos maiores ditadores participando indiretamente de um julgamento injusto que nenhum de nós tem a moral e o direito de fazé-lo.

A postura da Uniban vem de encontro a um debate que devemos ter e não podemos fugir dele. Até que ponto vale formar pessoas de qualquer jeito e sem qualidade? Até que ponto os ignorantes funcionais e intelectuais são benefícos para interesses de poder? 

Ou temos uma sociedade justa e democrática para todos ou não temos para ninguém.

O Brasil comemora dois eventos que muito nos honraria se estivessemos a altura de recebê-los. A Copa do Mundo de 2014 e as Olimpiadas 2016 no Rio de Janeiro.

Dois eventos que necessitam de muita infra-estrutura e de resolvermos problemas crônicos que ainda enfrentamos e não temos coragem de colocar o dedo na ferida.

A hipocrisia do Governo Federal na figura do presidente Lula em comemorar o anúncio das Olimpiadas e no momento em que derrubam um helicoptero da policia o presidente prefere estar em uma cabana no Nordeste tomando uisque, comendo canapés e fazendo política antes da hora para a Ministra Dilma. Porque o presidente não se solidarizou com a família dos policiais que morreram?

É justo comemorar Olimpiadas onde se derrubam helicopteros a luz do dia?

O Brasil tem muito que crescer e fica cada vez mais difícil as pessoas enxergarem a realidade em um país onde as pessoas se norteiam pelas propagandas de TV institucionais sempre muito bem feitas por marqueteiros contratados a rios de dinheiro para vender o que precisar para demonstrar que está tudo bem.

A nossa educação fica em um dos índices mais baixos de todos os países do mundo, a formação esportiva para alunos é escassa e pífia. Não adianta o governo ficar dizendo que fez X Escolas Técnicas, X Universidades Federais se a qualidade do ensino continua uma vergonha.

A questão de Segurança Pública no Rio é calamitosa. A guerra nos morros foge o controle da razão e chega a verdadeiras cenas de guerra civil. Ou a polícia chega atirando e reprimindo ou morre.

Não seria melhor investir o dinheiro que será gasto com as Olimpiadas do Rio aparelhando melhor a polícia, investir na formação dos policias, remunerar melhor, melhorar a corregedoria para apurar denúncias de envolvimento de policiais com o tráfico de armas e drogas?

Lembrando que o investimento na Educação e Lazer é fundamental para a formação dos jovens. Um jovem no esporte é um jovem a menos no tráfico.

Agora é hora de vermos a verdadeira responsabilidade do presidente Lula, ou resolve o problema ou continua comemorando a hipocrisia e vendendo ilusão aos brasileiros que são refens da violência e do crime organizado.

Brasil da Copa sem estádios e das Olimpiadas com criminosos profissionais. O que devemos comemorar presidente?

Mauricio Patomatti

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Outra vez entro em um tema espinhoso e delicado que envolve o ninho tucano nesse mês de Setembro, a saída de Gabriel Chalita do PSDB para o PSB.

Chalita deu entrevistas e explicou que não teria no PSDB espaço para o que defende e acredita. Chalita pretende em 2010 sair candidato ao Senado e no PSDB isso realmente não ocorreria já que há vários nomes pleiteando a vaga e se o PSDB lançar candidato. Isso porque a eleição de Kassab fez o partido se comprometer com ninguém menos que “Orestes Quércia” e com o apoio dos tucanos.

Se a coligação com o DEM ocorrer o partido pode lançar o vice ou mesmo uma vaga ao Senado e o PSDB não indicaria ninguém. Se o DEM for vice o PSDB teria direito a 1 nome e a briga está muito feia entre alguns bons nomes: Paulo Renato (Secretário e Ex-Ministro), Mendes Thame (deputado federal e presidente estadual do PSDB) e José Aníbal (deputado federal). Ou seja, Chalita não teria mesmo espaço, sairia para deputado federal no máximo.

Ouvi muitas asneiras, li muitas besteiras e cheguei a seguinte conclusão: prefiro alguém que saia em busca de seu destino e de suas convicções do que alguém ficando e bombardeando o partido de dentro com deslealdade e esfaqueando pelas costas.

Tem muito tucano que se diz tucano e está louco para bombardear de novo o candidato do partido caso esse seja o ex-governador e Secretário Geraldo Alckmin. Já falam que a saída de Chalita é um aviso de Alckmin se ele não for escolhido o candidato. É uma enorme besteira e uma mesquinharia imensa em defesa de altos cargos, bons salários e stafs de cargos.

Defendo e sempre defenderei prévias dentro do PSDB. Acho o Secretário Aloysio um dos quadros mais respeitáveis e honrosos do partido e que merece de forma democrática ter a chance de expor suas vontades políticas, defendê-las e tentar vencer a indicação. De forma imposta, hoje, ele não tem a menor chance.

Termino dizendo ao presidente municipal do PSDB, José Henrique Reis Lobo, que deve pedir urgentemente a vaga de Chalita de volta. Se o PSDB defende uma reforma política séria, com fidelidade partidária e acredita que o mandato pertence ao partido ele deve por em prática o discurso com ações. O mandato é do PSDB e este deve tê-lo de volta!!!

Ao Vereador Chalita os votos de boa sorte! Obrigado pelos serviços prestados junto ao Estado de São Paulo enquanto foi Secretário Estadual de Educação e como vereador pela cidade de São Paulo. Por conhecer sua formação e sua educação tenho a mais absoluta certeza que Chalita continuará defendendo suas teses e suas lutas com a mais absoluta coerência. Repito e termino: prefiro alguém que saia para defender o que acredita do que ficar e bombardear de forma desleal e mesquinha o partido e seu candidato. Pra isso é preciso coragem e ética. Boa sorte.

Quando abrimos as páginas dos jornais que circulam no nosso país, as páginas dos principais sites de notícias, os twitters, blogs políticos, cometaristas, jornalistas de renome e até iniciantes e leigos como eu a notícia e as manchetes levam a assuntos cada vez mais sujos e vergonhosos.

Quando vejo o Senador Mercadante subir a tribuna do Senado da República e dizer que continua como líder do PT no Senado é uma data histórica e triste para a história de um dos partidos que nasceu com teses e pensamentos de brasileiros que sonhavam e representavam o anseio e a esperança de muitos. O Senador Mercante foi obrigado a engolir seco seus principios, seus valores, sua moral e ter que olhar para dentro de sua consciência e pensar ” Tudo pelo poder”.

Um homem que tem uma história brilhante, um grande professor, ter que pedir desculpas a sua família, a sua esposa, a seus filhos, a seus amigos mais íntimos para continuar defendendo Sarney, renan e Collor por eleições. Vale mesmo tudo isso?

O amor pela política é algo que está cada vez mais em extinção nos jovens de hoje. A renovação na política é algo preocupante. O Brasil vive um momento crítico de crise institucional. O que o presidente fala já não se escreve, o Judiciário cada vez mais político e com relacionamentos cada vez mais poderosos e tendenciosos, o Parlamento sangra por falta de credibilidade e rios e rios de denúncias e escândalos. Ou nos apaixonamos novamente pela política com P maísculo ou estamos condenados a deixar de nos indignar e de sonhar em constrir uma sociedade melhor e mais justa.

Um homem não pode defender o poder pelo poder a qualquer preço. A consciência de um homem de bem não permite que ele conviva com isso por muito tempo, seus amigos o cobram, sua companheiro ou companheiro o cobram e seus filhos perdem a referência e começam a se achar no direito de não o respeitarem mais. É muito triste e doloroso.

O futuro está próximo. 2010 está chegando. O que me deixa triste é que em Estados como Alagoas (Renan Calheiros e Fernando Collor), Amapá (José Sarney) e Roraima (Romero Jucá) esses nomes já dão como certas suas reeleições. Por isso o povo precisa dar a resposta.

O futuro me preocupa e acho que ou nos damos um choque de ética e valores e exigimos uma mudança política urgente ou o Brasil não terá forças de institucionalmente sobreviver a tudo isso. Como acreditar na Justiça? O que falar dos políticos? Para que pagar impostos se serão roubados e desviados? A sociedade tentará viver em um mundo separado a isso tudo. Até quando? Dará certo? É possível? E a resposta é única, rápida, curta e dolorida: “Não”. Ou lutamos e construímos uma sociedade justa, honesta e verdadeira para todos ou não haverá sociedade assim para ninguém.

Mauricio Patomatti

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Essa semana de 03 a 07 de Agosto foi uma das semanas mais tristes e mais deploráveis para quem ainda tem o mínimo de esperança na política brasileira.
O local foi o Senado Federal em Brasilia o cenário o mais rídiculo de todos.

Terça-feira: Pedro Simon X Renan Calheiros X Collor

O Senador Pedro Simon sobe a tribuna e como é de seu estilo pede a saída do Senador José Sarney da presidência e disse que sua saída seria um gesto de grandeza para o Senado e seria visto como um grande ato do presidente Sarney em pró do Senado.
Foi a gota d´água para o Senador Renan Calheiros partir para o ataque em direção ao Senador. Cobrou coerência em reuniões reservadas e sua postura da tribuna.
Partiu-se daí para histórias e episódios antigos da história que culminaram no período Collor onde o Senador Renan Calheiros foi um dos homens fortes do então presidente cassado.
Foi a ira para Collor. Ninguém pode lembrá-lo de seus atos a frente da Presidência do Brasil e o fracasso que tivemos com o primeiro presidente eleito no Brasil. Confisco de poupança do povão, caso PC Farias e claro até o fim esperado do principal personagem dessa história, sua morte e de sua namorada. A pergunta que ninguém nunca tem coragem de fazer: cadê o dinheiro do PC?
Mas Collor pediu para Simon antes de dizer seu nome engolir, digerir e fazer dele o que quiser.
Todos se horrorizaram com as cenas e acharam um absurdo. Era só o começo.

Quarta-feira: O discurso de Sarney

O presidente Sarney sobe a tribuna e todos que ainda tem esperança na política olham a TV e torcem para que ele renuncie a presidência até para dar maior tanquilidade e que o Senado possa retomar sua rotina de debates e votações.
Mas o presidente Sarney reluta em ficar e com um discurso até sereno começa a se defender das acusações e foi até bem. Pena que sabemos que não é de toda verdade. No final pede a paz e a serenidade para que o Senado possa voltar a focar nas ações que são de responsabilidade dos senhores senadores.
Mas não acabou por aí.

Quinta-feira: Renan Calheiros X Tasso Jereissati X Arthur Virgilio

Após o pedido de paz do Senador Sarney, o Senador Renan sobe a tribuna do Senado e lê uma representação do PMDB contra o Senador Arthur Virgilio. Uma representação que cita um curso no exterior a uma pessoa com dinheiro público, gastos do Senado em relação a tratamento médico da mãe do Senador que faleceu recentemente, etc.
Ao descer da tribuna o Senador Arthur Virgilio pede o direito de resposta pelo artigo 14 do regimento interno do Senado e o Senador Tasso Jereissati pede pela ordem para solicitar ao presidente Sarney o mesmo tempo que o Senador Renan teve para acusar. Enquanto o Senador Arthur Virgilio se dirigia para a tribuna o Senador Renan e o Senador tasso começam um bate-boca áspero e em um nível que o Senado se encontra hoje. Vergonhoso. O Senador Renan até quebra o decoro chamando o Senador Tasso Jereissati de “seu merda”, mas claro não será punido. Alguém dúvida?
O Senador Arthur Virgilio sobe a tribuna e manda um recado direto a todos do PMDB, diz que é culpado sim, pede para o Senador Duque do Conselho de Ética ouvir bem, e diz que dúvida que outro Senador suba a tribuna e diga a mesma coisa que ele está dizendo. O Senador diz que não adianta levantarem dossiês contra ele que ele continuará a discursar contra o presidente Sarney.
Ele relembra as centenas de acusações contra o Senador Renan Calheiros e pede a renúncia do presidente Sarney.

Sexta-feira: A OAB e o Suplicy cantor

Os dois últimos episódios da semana foi uma nota da OAB pedindo a renúncia coletiva dos Senadores para que a crise acabe. A OAB diz que os senadores não tem mais “moral” para continuar desempenhando seu papel de equilibrio federativo. Com um termo sútil denominado ” recall moral” .
Pergunto ao presidente da OAB nacional Cesar Britto, que moral tem a OAB para cobrar quem quer que seja? A OAB não consegue cobrar das instituições privadas de ensino superior qualidade no ensino. O exame da Ordem se transformou em um grande negócio. Com cursos inferiores, os interessados tem que pagar cursos preparatórios e mesmo assim não conseguem passar, cada vez que tentam pagam o exame. A OAB não puniu rigorosamente advogados ligados a organizações criminosas, é contra uma fiscalização maior na entrada de presídios de advogados e pouco ajudou para modernizarmos a nossa Justiça Brasileira que essa então não sei se está tão abaixo assim do Senado Federal quando o assunto é “moral”. Desembargadores que vão a festa com políticos o absolvem depois, Ministros do Supremo se degradiando em acusações, venda de sentenças, festival de habeas corpus para ricos, políticos e colarinhos brancos, etc.
A OAB, o STF ou qualquer outro órgão judicial tem moral para cobrar moral de alguém?

O último episódio é mais uma vez do Senador Suplicy, e nós merecemos. Em uma seção no Senado para hoemnagear os pais do Brasil o Senador Suplicy que sumiu durante toda a semana por ordem do PT e de Lula que são amigos de Renan, Collor e Sarney, quem diria? Apareceu e …..” cantou” em inglês. Um show. Cômico se não fosse trágico.
Parabéns Senador Suplicy em vez de mais um tapa na nossa cara, uma canção para acabarmos bem a semana de vergonha de um parlamento sem mais a mínima moral, ética e vergonha na cara.
O povo brasileiro merece e espero que assim possa aprender a votar melhor. Me incluo nessa!!!

Há leis e projetos que realmente o poder legislativo e o executivo que sancionam não fazem a mínima questão de verificar se são viáveis ou não para se aprovarem e colocarem em prática.

O serviço de mototáxi é algo inimaginável em uma cidade como São Paulo onde o trânsito é complicado e exige um profundo estudo de causa.

A Câmara Federal toma certas ações vivendo na ilha da fantasia e acha que se impõe as coisas e pronto!! Não é e não pode ser assim. Cabe as autoridades locais daqui terem a responsabilidade de discutirem e não cumprirem certas burrices cometidas pelos senhores deputados.

O serviço de mototáxi é muito bem vindo em cidades menores de São Paulo com uma boa legislação, leis que contemplem a segurança do motociclista e do passageiro. Repito, em cidades menores.

Em São Paulo onde temos algumas leis que regulamentam o serviço de motoboys, cursos, equipamentos de segurança obrigatórios e faixas exclusivas em algumas vias principais da capital temos vários acidentes diários envolvendo motoboys e infelizmente muitos chegam a ser fatais.

São Paulo não deve e não pode ter mototáxi.

Fretados

São Paulo vem enfrentando um momento delicado mas necessário para o desenvolvimento e melhora no trânsito de uma metrópole. São Paulo sempre foi crescendo e se desenvolvendo sem a participação de seus personagens centrais, os moradores.

Vou dar o meu testemunho e a minha opinião sobre o assunto. Sou favorável e já fui usuário do sistema de fretados em São Paulo. Utilizei por 3 anos o fretado Palácio dos Bandeirantes/Jaçanã. Uma linha que cruzava a cidade de São Paulo saindo da Zona Norte até o Morumbi, Zona Sul de São Paulo. Se usasse o transporte público tradicional seria 4 ônibus e 2 metrôs pra ir e voltar todos os dias.

Um ônibus fretado em São Paulo deixa pelo menos 40 carros nas garagens. Outro detalhe que não podemos esquecer são as empresas privadas que utilizam o serviço para seus funcionários que moram mais distantes dos locais de trabalho. Uma restrição sem o devido estudo poderia impactar em um congestionamento maior e demissões desses funcionários pois a tributação sobre vale-transporte seria maior para as empresas que poderiam optar pela dispensa dos mesmos.

Também quero aqui defender a parte da Prefeitura e dizer que os fretados também não podem continuar operando como estão. Parando em locais não autorizados, em pontos de ônibus muitas vezes.

Sou favorável a organização do serviço, com paradas nos trajetos que os ônibus fazem sem se misturar com dos coletivos. Liberação dos mesmos em faixas exclusivas para ônibus, integração dos mesmos ao metrô são fatores que devem ser estudados e apresentados aos moradores pelos especialistas em trânsito.

O grande problema e o que deve ser entendido pelas autoridades é o perfil do usuário desse serviço que não há dúvida nenhuma. Se o serviço acabar ou não atendé-lo como atendia ele correrá imediatamente para seu carro. Não adianta colocar ônibus novo, com ar condicionado, Tv, etc para esse público. Ele não usará.

É hora de planejamento e participação de todos. Só assim ajudaremos na construção de uma cidade mais planejada e viável para todos.

De Patomatti

Julho de 2009. Comemoramos 15 anos do Plano Real. Implantado em 1994 no governo do Presidente Itamar Franco e tendo como Ministro da Fazenda Fernando Henrique Cardoso.

O Plano Real é uma das ações efetuadas no nosso país sem dar a devida importância a seus atores. O presidente Itamar Franco foi de uma importância tamanha para que tudo desse certo. Afinal tirar Fernando Henrique Cardoso de Ministro do Comércio Exterior que tudo tinha a ver com ele e nomeá-lo Ministro da Fazenda em 1993 área que ele não fazia a menor idéia de como atuar foi um ato de coragem do então presidente.

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Assim que desembarcou do Japão já como Ministro da Fazenda Fernando Henrique disse que tinha três metas para cumprir, a primeira diminuir e combater a inflação, a segunda a inflação e a terceira a inflação. O Ministro formou um time de economistas para ajudá-lo a montar o plano para tentar combater esse fantasma que afetava principalmente os mais pobres.

Fernando Henrique convidou uma equipe de economistas como: Persio Arida, André Lara Resende, Gustavo Franco, Pedro Malan e Edmar Bacha.

O programa brasileiro de estabilização econômica seguiu as seguintes linhas mestras:

Desindexação da economia
O ajuste e reajuste de preços e valores passaram a ser anualizados e obedeceriam as planilhas de custo de produção.
Era necessário interromper o ciclo vicioso de corrigir valores futuros pela inflação passada, em curtos períodos de tempo. Essa atitude agravava a inflação, tornando-a cada vez maior. Era comum acontecer remarcação de preços várias vezes num mesmo dia.

Privatizações
A troca na propriedade de grandes empresas brasileiras eliminou a obrigação pública de financiar investimentos (que causam inflação se for feito pelo governo) e possibilitou a modernização de tais empresas (sob controle estatal havia barreiras impeditivas para tal progresso).
A iniciativa privada tem meios próprios de financiar os investimentos das empresas, e isto não produz inflação, e sim, desenvolvimento, porque não envolve o orçamento do governo. Este deve alocar recursos para outras áreas importantes. E ainda, na iniciativa privada não há as regras administrativas orçamentárias e licitatórias, que prejudicam a produção das empresas e a concorrência.

Equilíbrio fiscal
Corte de despesas e aumento de cinco pontos percentuais em todos os impostos federais.
A máquina administrativa brasileira era muito grande e consumia muito dinheiro para funcionar. Havia somente no âmbito federal 100 autarquias, 40 fundações, 20 empresas públicas (sem contar as empresas estatais), além de 2 mil cargos públicos com denominações imprecisas, atribuições mal definidas e remunerações díspares.[9] Como o país não produzia o suficiente, decidiu-se pelo ajuste fiscal, o que incluiu cortes em investimentos, gastos públicos e demissões. Durante o governo FHC, aproximadamente 20 mil pessoas foram demitidas do governo federal.

Abertura econômica
Redução gradual de tarifas de importação e facilitação da prestação de serviços internacionais.
Havia temor de que o excesso de demanda por produtos e serviços causasse a remarcação de preços, pressionando a inflação. Existia também a necessidade de forçar o aperfeiçoamento da indústria nacional, o que permitiria o aumento da produção no longo prazo, e essa oferta de produtos tenderia a baixar a inflação.

Contingenciamento
Manutenção do câmbio artificialmente valorizado.
Com efeito da valorização do Real, esperava-se um aumento das importações, com aumento da oferta de produtos e aperfeiçoamento da indústria nacional.

Políticas monetárias restritivas
Aumento da taxa básica de juros e da taxa de depósito compulsório dos bancos.
A taxa de juros teve inicialmente dois propósitos: financiar os gastos públicos excedentes até que se atingisse o equilíbrio fiscal, e reduzir a pressão por financiamentos, considerados agentes inflacionários. Os financiamento chegaram ter o prazo de quitação regulado pelo governo. O compulsório dos bancos teve o propósito de reduzir a quantidade de dinheiro disponível para empréstimos e financiamentos dos bancos, uma vez que são obrigados a recolher compulsoriamente uma parte dos valores ao Banco Central.

Os efeitos em longo prazo esperado à época do lançamento do Plano Real foram:

a) Manutenção de baixas taxas inflacionárias e referências reais de valores;
b) Aumento do poder aquisitivo das famílias brasileiras;
c) Modernização do parque industrial brasileiro;
d) Crescimento econômico com geração de empregos.

Em Junho de 94 a inflação estava em torno de 47% ao mês. No mês de Julho de 94 com a implantação do Plano a inflação chegou a 6,08% ao mês, Agosto de 94 foi de 5%% e Setembro chegou a 1,5%. O Plano Real comemora em 2009 15 anos de estabilidade e sucesso no que tange a seu objetivo principal que é o controle da inflação e o fortalecimento da moeda.

O PT e o Real

Durante todo o Governo FHC, o Partido dos Trabalhadores (PT) como principal opositor ao governo, votou contra a maioria das medidas propostas no Plano Real ou que vieram a fazer parte dele, tal como o PROER. Alguns poucos artigos receberam apoio, como a previsão de destinação de recursos do FSE para o Sistema Único de Saúde, em 1994.

Em 1994 e 1998, por ocasião das eleições presidenciais, a propaganda política do PT e Luiz Inácio Lula da Silva exibiu por diversas vezes cenas que desabonavam o Plano Real, inclusive com uma nota de R$1,00 queimando, o que configuraria crime contra a ordem financeira.

Hoje vemos o presidente Lula até defender o PROER em suas viagens turísticas internacionais. Como o Lula e o PT podem defender o Real se sempre foram contra tudo? O ruim é ser contra tudo, copiar tudo e não criar nada.

Parabéns Plano Real e a todos os seus idealizadores. Há uma nova geração que graças aos esforços de todos não sabe o que significa a palavra inflação.

Fonte: Wikipédia

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Dia 16/07/2009 às 19 horas no Mosteiro de São Bento houve uma missa em homenagem aos 10 anos de saudades de André Franco Montoro.

Como governador, na década de 80, Montoro descentralizou a administração do estado em 42 regiões de governo, atitude hoje estudada e comentada como audaciosa e visionária para a época. Hoje não podemos pensar em gestão pública sem pensar em descentralização do poder.

Montoro foi uma das principais lideranças na luta pela redemocratização do país e da campanha pelas eleições diretas para presidente da República. Ao lado de Tancredo Neves, Ulysses Guimarães, Fernando Henrique Cardoso, Mário Covas e Lula esteve em todos os discursos e comícios pró-diretas, em 1984.

Em 1988, descontente com os rumos do PMDB, foi um dos fundadores e presidente do PSDB em 1988. Candidatou-se ao Senado em 1990, perdendo para Eduardo Suplicy. Voltou a atuar como deputado federal entre 1995 e 1999, ano em que faleceu.

Minha geração que tem 35 anos viu essa geração de políticos que inspiravam os jovens como Montoro, Covas, Fernando Henrique, Brizola e Lula com muita alegria mas hoje carregamos um ar de preocupação. Preocupação pois com o fim do governo Lula encerra-se um ciclo. Hoje não temos políticos inspiradores. Adoramos mais os programas, personagens, bonequinhos dos marketeiros do que tese e ideologia dos atuais postulantes aos cargos.

Vemos os escândalos do Senado e não nos responsabilizamos por nada e esquecemos que falta de nossa parte maior participação, cobrança e o direito de protestar com o que está errado. Escolher candidato pelo que apresenta e pesquisando sua história e não nos influenciando por modismo ou artifícios fáceis de manipulação.

Que esses 10 anos de saudades de Montoro nos ajude a pensar e a influenciar uma nova geração que se prepare, que se atualize, que goste de ajudar a mudar para melhor a vida das pessoas. Meu pai sempre dizia que político não podia ser visto como profissão, tem que ser missão.

Que a vida e obra de Montoro ajude a formarmos uma geração nova inspiradora, participativa e apaixonada pela mudança em busca de um país melhor sem interesses individuais.

Para quem era muito jovem e não lembra.
Para quem aproveitou para relembrar e dançar de novo.



E não podia faltar uma obra prima para a época e sucesso até hoje.
Quando se fala de Michael jackson se fala antes e depois de “Thriller”.

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O que falar de Michael Jackson em uma hora como essa?

Se deve tentar entender? Criticá-lo e dizer que nem liga devido sua vida sempre questionada por todos e as denúncias de casos com crianças? Ou simplesmente lamentar e rezar por ele?

Sinceramente não sei!! Vou comentar por mim e aceito as críticas.

Michael Jackson foi um cantor que influenciou e muito a minha geração que hoje tem entre 30 e 45 anos. Lembro de programas de TV que tinham concursos para imitá-lo e se via as crianças tentando dar o melhor de si para dançar o mais parecido possível. E as crianças em casa assistindo com certeza imitavam também. Hoje em dia não temos mais isso. Crianças não tem quem imitar.

Michael começou a cantar com cinco anos de idade e iniciou sua carreira profissional aos 11 anos como vocalista dos Jackson Five gerenciado por seu pai a mão de ferro. Michael reclamava que enquanto via crianças brincando ele tinha que trabalhar, ensaiar e muitas vezes chorava por isso. Michael não teve infância e por isso essa obsessão de ser uma eterna criança e manter a aparência sempre jovial.

Em 1971 começou uma carreira solo paralela e permaneceu ainda como membro do grupo. Muitos dizem que essa decisão revoltou seu pai que foi expressamente contra.

E Michael estava certo. Sozinho começou o que todos viam no grupo dos 5 irmãos, ele se destacava mais e com certeza iria brilhar.

No início dos anos 1980, tornou-se uma figura dominante na música rock e música popular e o primeiro cantor afro-americano a receber exibição constante na MTV.

A popularidade de seus vídeos musicais transmitidos pela MTV, como “Beat It”, “Billie Jean” e “Thriller” são creditados como a causa da transformação do vídeo musical em forma de promoção musical e também de ter tornado o então novo canal famoso. Vídeos como “Black or White” e “Scream” mantiveram a alta rotatividade dos vídeos de Jackson durante a década de 1990. Foi o criador de um estilo totalmente novo de dança. Com suas performances no palco e clipes, Jackson popularizou uma série de complexas técnicas de dança, como o robot e o moonwalk.

Apelidado nos anos seguintes de “King of Pop” (“Rei da música Popular”), cinco de seus álbuns de estúdio se tornaram os mais vendidos mundialmente de todos os tempos: Off the Wall (1979), Thriller (1982) o mais vendido no mundo com 106 milhões de cópias, Bad (1987), Dangerous (1991) e History: Past, Present and Future – Book I (1995).

Seu estilo diferente e único de cantar, bem como a sonoridade de suas músicas influenciaram uma série de artistas nos ramos do hip hop e dance.

Sua vida pessoal foi sempre polêmica. Várias operações plásticas, problemas crônicos de saúde, muitas especulações e poucas respostas. Casou-se duas vezes onde o primeiro casamento foi puro marketing pois se tratava da filha de Elvis Presley e a outra apenas para atingir um objetivo seu de ser pai.

Michael Jackson esteve três vezes no Brasil. Em Setembro de 1974, com apenas 16 anos, com os Jackson Five, actuou em São Paulo, Brasília, Porto Alegre, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.

Em Outubro de 1993 fez dois shows no Estádio do Morumbi, em São Paulo. Em 1996 esteve novamente no Brasil para gravar um clipe da música They Don’t Care About Us, numa favela do Rio de Janeiro e no Pelourinho, em Salvador.

Em 25 de Junho de 2009 o mundo parou diante da história, Michael Jackson está morto. Muitos que estavam comigo na Universidade acharam que era mais uma jogada de marketing do cantor e que ele iria aparecer em seguida desmentindo tudo e ainda iria dançar alguns passos para provar que estava tudo bem. Não acreditavam. Vi algumas pessoas chorando. Não era bem assim. Michael Jackson morreu aos 50 anos de idade deixando um legado de talento, genialidade e irresponsabilidade em muitos atos que cercaram sua carreira e seu jeito de ser. Podem amá-lo ou odiá-lo mas não há quem resista o início de uma de suas músicas como Billie Jean por exemplo e não comece a dançar ou mesmo tentar alguns passos iguais ao seu criador. Eu tento!!

Infelizmente o mundo perde seu rei.

Mauricio Patomatti

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